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Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Mateus 26:41
sábado, 2 de março de 2013
Você pode escolher se quer fazer da sua casa um cenário ou um santuário. Garcia
Brasileiro reclama de quê?
"Tá Reclamando de quê?"
Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? do Jader Barbalho? Dos politicos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
A- Coloca nome em trabalho que não fez.
B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.
7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
9. - Viola a lei do silêncio.
10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.
13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
14. - Faz "gato " de luz, de água e de tv a cabo.
15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.
19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
21. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.
28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos....
Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? do Jader Barbalho? Dos politicos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
A- Coloca nome em trabalho que não fez.
B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.
7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
9. - Viola a lei do silêncio.
10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.
13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
14. - Faz "gato " de luz, de água e de tv a cabo.
15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.
19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
21. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.
28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos....
Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
Ultrassom Israelense que Destrói Tumores
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Breve História da Corrupção no Brasil
Breve História da Corrupção no Brasil
Os primeiros registros de práticas de ilegalidade no Brasil, que temos registro, datam do século XVI no período da colonização portuguesa. O caso mais freqüente era de funcionários públicos, encarregados de fiscalizar o contrabando e outras transgressões contra a coroa portuguesa e ao invés de cumprirem suas funções, acabavam praticando o comércio ilegal de produtos brasileiros como pau-brasil, especiarias, tabaco, ouro e diamante. Cabe ressaltar que tais produtos somente poderiam ser comercializados com autorização especial do rei, mas acabavam nas mãos dos contrabandistas. Portugal por sua vez se furtava em resolver os assuntos ligados ao contrabando e a propina, pois estava mais interessado em manter os rendimentos significativos da camada aristocrática do que alimentar um sistema de empreendimentos produtivos através do controle dessas práticas.
Um segundo momento refere-se a extensa utilização da mão-de-obra escrava, na agricultura brasileira, na produção do açúcar. De 1580 até 1850 a escravidão foi considerada necessária e, mesmo com a proibição do tráfico, o governo brasileiro mantinha-se tolerante e conivente com os traficantes que burlavam a lei. Políticos, como o Marquês de Olinda e o então Ministro da Justiça Paulino José de Souza, estimulavam o tráfico ao comprarem escravos recém-chegados da África, usando-os em suas propriedades. Apesar das denúncias de autoridades internacionais ao governo brasileiro, de 1850 até a abolição da escravatura em 1888, pouco foi feito para coibir o tráfico. Isso advinha em parte pelos lucros, do suborno e da propina, que o tráfico negreiro gerava a todos os participantes, de tal forma que era preferível ao governo brasileiro ausentar-se de um controle eficaz. Uma fiscalização mais rigorosa foi gradualmente adotada com o compromisso de reconhecimento da independência do Brasil. Um dos países interessados em acabar com o tráfico escravo era a Inglaterra, movida pela preocupação com a concorrência brasileira às suas colônias açucareiras nas Antilhas.
Com a proclamação da independência em 1822 e a instauração do Brasil República, outras formas de corrupção, como a eleitoral e a de concessão de obras públicas, surgem no cenário nacional. A última estava ligada à obtenção de contratos junto ao governo para execução de obras públicas ou de concessões. O Visconde de Mauá, por exemplo, recebeu licença para a exploração de cabo submarino e a transferiu a uma companhia inglesa da qual se tornou diretor. Prática semelhante foi realizada por outro empresário brasileiro na concessão para a iluminação a gás da cidade do Rio de Janeiro, também transferida para uma companhia inglesa em troca de 120 mil libras. O fim do tráfico negreiro deslocou, na República, o interesse dos grupos oligárquicos para projetos de grande porte que permitiriam manter a estrutura de ganho fácil.
A corrupção eleitoral é um capítulo singular na história brasileira. Deve-se considerar que a participação na política representa uma forma de enriquecimento fácil e rápido, muitas vezes de não realização dos compromissos feitos durante as campanhas eleitorais, de influência e sujeição aos grupos econômicos dominantes no país (salvo raras exceções). No Brasil Império, 1822-1889, o alistamento de eleitores era feito a partir de critérios diversificados, pois somente quem possuísse uma determinada renda mínima poderia participar do processo. A aceitação dos futuros eleitores dava-se a partir de uma listagem elaborada e examinada por uma comissão que também julgava os casos declarados suspeitos. Enfim, havia liberdade para se considerar eleitor quem fosse de interesse da própria comissão. A partir disso ocorria o processo eleitoral, sendo que os agentes eleitorais deveriam apenas verificar a identidade dos cidadãos que constava na lista previamente formulada e aceita pela comissão.
Com a República, proclamada em 1889, o voto de “cabresto” foi a marca registrada no período. O proprietário de latifúndio apelidado de “coronel” impunha coercitivamente o voto desejado aos seus empregados, agregados e dependentes. Outra forma constante de eleger o candidato era o voto comprado, ou seja, uma transação comercial onde o eleitor “vendia” o voto ao empregador. A forma mais pitoresca relatada no período foi o voto pelo par de sapatos. No dia da eleição o votante ganhava um pé do sapato e somente após a apuração das urnas o coronel entregava o outro pé. Caso o candidato não ganhasse o eleitor ficaria sem o produto completo. Deve-se considerar que a maior parte das cidades não possuía número de empregos suficiente que pudessem atender a oferta de trabalhadores, portanto a sobrevivência econômica do eleitor/empregado estava atrelada a sujeição das vontades do coronel.
Outro registro peculiar desse período é o “sistema de degolas” orquestrado por governadores que manipulavam as eleições para deputado federal a fim de garantir o apoio ao presidente, no caso Campos Sales (presidente do Brasil de 1898 a 1902). Os deputados eleitos contra a vontade do governo eram simplesmente excluídos das listas ou “degolados” pelas comissões responsáveis pelo reconhecimento das atas de apuração eleitoral. Todos os governos, até 1930, praticavam degolas.
Uma outra prática eleitoral inusitada ocorreu em 1929, durante as disputas eleitorais à presidência entre os candidatos Júlio Prestes (representante das oligarquias cafeicultoras paulistas) e Getúlio Vargas (agregava os grupos insatisfeitos com o domínio das oligarquias tradicionais). O primeiro venceu obtendo 1 milhão e 100 mil votos e o segundo 737 mil. Entretanto os interesses do grupo que apoiava Getúlio Vargas, acrescido da crise da Bolsa de Nova York, que levou à falência vários fazendeiros, resultou numa reviravolta do pleito eleitoral. Sob acusações de fraude eleitoral, por parte da aliança liberal que apoiava o candidato derrotado, e da mobilização popular (Revolução de 30), Getúlio Vargas tomou posse como presidente do país em 1930. Talvez essa tenha sido uma das mais expressivas violações dos princípios democráticos no país onde a fraude eleitoral serviu para a tomada de poder.
Durante as campanhas eleitorais de 1950, um caso tornou-se famoso e até hoje faz parte do anedotário da política nacional: a “caixinha do Adhemar”. Adhemar de Barros, político paulista, era conhecido como “um fazedor de obras”, seu lema era “Rouba, mas faz!”. A caixinha era uma forma de arrecadação de dinheiro e de troca de favores. A transação era feita entre os bicheiros, fornecedores, empresários e empreiteiros que desejavam algum benefício do político. Essa prática permitiu tanto o enriquecimento pessoal, para se ter uma idéia, em casa, Adhemar de Barros costumava guardar para gastos pessoais 2,4 milhões de dólares, quanto uma nova forma de angariar recursos para as suas campanhas políticas.
O período militar, iniciado com o golpe em 1964, teve no caso Capemi e Coroa- Brastel uma amostra do que ocultamente ocorria nas empresas estatais. Durante a década de 80 havia um grupo privado chamado Capemi (Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios), fundado e dirigido por militares, que era responsável pela previdência privada. O grupo era sem fins lucrativos e tinha como missão, gerar recursos para manutenção do Programa de Ação Social, que englobava a previdência e a assistência entre os participantes de seus planos de benefícios e a filantropia no amparo à infância e à velhice desvalida. Este grupo, presidido pelo general Ademar Aragão, resolveu diversificar as operações para ampliar o suporte financeiro da empresa. Uma das inovações foi a participação em um consórcio de empresas na concorrência para o desmatamento da área submersa da usina hidroelétrica de Tucuruí (empresa estatal). Vencida a licitação pública em 1980 deveria-se, ao longo de 3 anos, concluir a obra de retirada e de comercialização da madeira. O contrato não foi cumprido e o dinheiro dos pensionistas da Capemi dizia-se que fora desviado para a caixinha do ministro-chefe do Sistema Nacional de Informações (SNI), órgão responsável pela segurança nacional, general Otávio Medeiros que desejava candidatar-se à presidência do país. A resultante foi a falência do grupo Capemi, que necessitava de 100 milhões de dólares para saldar suas dívidas, e o prejuízo aos pensionistas que mensalmente eram descontados na folha de pagamento para a sua, futura e longínqua, aposentadoria. Além do comprometimento de altos escalões do governo militar o caso revelou: a estreita parceria entre os grupos privados interessados em desfrutar da administração pública, o tráfico de influência, e a ausência de ordenamento jurídico.
Em 1980 o proprietário da Coroa-Brastel, Assis Paim, foi induzido pelos ministros da economia Delfim Netto, da fazenda Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, a conceder à Corretora de Valores Laureano um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros. Cabe ressaltar que a Coroa-Brastel era um dos maiores conglomerados privados do país, com atuações na área financeira e comercial, e que o proprietário da Corretora de Valores Laureano era amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.
Interessado em agradar o governo militar, Paim concedeu o empréstimo, mas após um ano o pagamento não havia sido realizado. Estando a dívida acumulada em 300 milhões de cruzeiros e com o envolvimento de ministros e do presidente do Banco Central, a solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano com o apoio do governo. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos.
A redemocratização brasileira na década de 80 teve seu espaço garantido com o fim do governo militar (1964-1985). Em 1985 o retorno dos civis à presidência foi possível com a campanha pelas Diretas-Já, que em 1984 mobilizou milhares de cidadãos em todas as capitais brasileiras pelo direito ao voto para presidente. Neste novo ciclo político o Impeachment do presidente Collor constitui um marco divisor nos escândalos de corrupção.
Durante as eleições para presidente em 1989 foi elaborado um esquema para captação de recursos à eleição de Fernando Collor. Posteriormente, foi revelado que os gastos foram financiados pelos usineiros de Alagoas em troca de decretos governamentais que os beneficiariam. Em abril de 1989, após aparecer seguidamente em três programas eleitorais, Collor já era um nome nacional. Depois que Collor começou a subir nas pesquisas, foi estruturado um grande esquema de captação de dinheiro com base em chantagens e compromissos que lotearam previamente a administração federal e seus recursos. Esse esquema ficou conhecido como “Esquema PC”, sigla baseada no nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias, e resultou no impeachment do presidente eleito. Segundo cálculos da Polícia Federal estima-se que este esquema movimentou de 600 milhões a 1 bilhão de dólares, no período de 1989 (campanha presidencial) a 1992 (impeachment).
Nossa breve história da corrupção pode induzir à compreensão que as práticas ilícitas reaparecem como em um ciclo, dando-nos a impressão que o problema é cultural quando na verdade é a falta de controle, de prestação de contas, de punição e de cumprimento das leis. É isso que nos têm reconduzido a erros semelhantes. A tolerância a pequenas violações que vão desde a taxa de urgência paga a funcionários públicos para conseguir agilidade na tramitação dos processos dentro de órgão público, até aquele motorista que paga a um funcionário de uma companhia de trânsito para não ser multado, não podem e não devem mais ser toleradas. Precisamos decidir se desejamos um país que compartilhe de uma regra comum a todos os cidadãos ou se essa se aplicará apenas a alguns. Nosso dilema em relação ao que desejamos no controle da corrupção é esquizofrênico e espero que não demoremos muito no divã do analista para decidirmos.
Profa. Dra. Rita Biason
Departamento de Relações Internacionais
UNESP - Campus Franca
Departamento de Relações Internacionais
UNESP - Campus Franca
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Os Benefícios da Água Oxigenada
A
água oxigenada foi desenvolvida na década de 1920
por cientistas para conter problemas de infecções e gangrena em soldados em
frente de batalha. A pesquisa buscava um produto barato, fácil de transportar e
usar, que pudesse ser conservado de forma fácil e à temperatura ambiente, sem
problemas colaterais. Durante a segunda guerra mundial, a redução no número de
baixas e amputações foi tremenda, graças ao uso da água oxigenada.
Numa solução a 3%, é um dos mais potentes desinfetantes que existem. É
pouco divulgada e pode-se entender porque. Um produto barato e simples de usar,
concorre com outros desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e indústrias
de desinfetantes domésticos e hospitalares.
Portanto,
não há interesse comercial no seu uso em larga escala.
O
que se pode fazer com água oxigenada :
- Uma colher de
sobremesa do produto usada para bochechos e mantido na boca por alguns
minutos, mata todos os germes bucais, branqueando os dentes ! Cuspir após
o bochecho.
- Manter escovas
de dentes numa solução de água oxigenada conserva as escovas livres de
germes que causam gengivite e outros problemas bucais.
- Um pouco de
água oxigenada num pano desinfeta superfícies melhor do que qualquer outro
produto. Excelente para usar em cozinhas e banheiros.
- Tábuas de
carne e outros utensílios são totalmente desinfetados após uso, com um
pouco de água oxigenada. O produto mata qualquer bactéria ou germe,
inclusive salmonela.
- Passada nos
pés, à noite, evita problemas de frieiras e outros fungos que causam os
principais problemas nos pés, inclusive mau cheiro (chulé).
- Passada em
ferimentos (várias vezes ao dia) evita infecções e ajuda na cicatrização.
Até casos de gangrena regrediram com o seu uso.
- Numa mistura
meio-a-meio com água pura, pode ser pingada no nariz em resfriados e
sinusites. Esperar alguns instantes e assoar o nariz. Isso mata germes e
outros microorganismos nocivos.
- Um pouco de água
oxigenada na água do banho ajuda a manter a pele saudável, podendo ser
usada em casos de micoses e fungos.
- Roupas que
precisem desinfecção (lençóis, fraldas, etc.), ou aquelas em contato com
secreções corporais e sangue, podem ser totalmente desinfetadas se ficarem
de molho numa solução contendo água oxigenada antes da lavagem normal.
- Certamente
você encontrará outras formas de usar a água oxigenada em sua casa
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Não
faz muito que passei para vocês alguns remédios caseiros para as manchas da pele. Hoje veremos
alguns conselhos
que irão ajudar vocês a tirarem essas manchas, e também veremos quais os diferentes
tipos existentes delas.
Vejamos
esse 4 conselhos que
irão combater as manchas
da pele!
O primeiro: para manchas na
cara; use água oxigenada (10 volumes). Todas as noites, quando
você for dormir, molhe um algodão com ela e te uns “toques” na mancha que você
deseje sumir e se você for constante no tratamento, irá ver ótimos resultados.
O segundo: para
manchas na pele
em geral; coloque óleo de oliva puro todas as noites nas manchas nefastas.
Deixe o óleo até o outro dia e lave a pele. Este tratamento também necessita
que seja constante para obter bons resultados.
O terceiro:
para as manchas deixadas pelo acne;
estas são mais odiadas de todas (segundo uma enquete feita unicamente a mim).
Mas, existe o jeito de tirá-las, para isso você deverá colocar um pouco de
flocos de aveia em um copo e misturá-los com água natural. O truque está em
deixá-las amolecer e assim obter um creme. Use este preparado para limpar a sua
pele, esfregando-a com o creme. Deixe o creme uns minutos na sua pele, ele irá
secar um pouco. Lave-o com água fria e pronto. Pouco a pouco as suas manchas
dirão tchau, tchau!
O quarto:
use água de flores de camomila
para lavar a face, você notará melhoras!
Bom,
existem diferentes tipos
de manchas, e é recomendável que você vá ao médico para saber
qual exatamente é a sua. Elas são sinal das agressões que sua pele sofre e em
alguns casos pode indicar afeições maiores, como o câncer de pele
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Você marcou isto com +1 publicamente. Desfazer
4 mar. 2012 – Depois
de enxaguar coloco bastante agua oxigenada volume 10 na
escova e escovo ... Agua oxigenada 10
volumes também é bom pra chulé
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Você marcou isto com +1 publicamente. Desfazer
5 mar. 2012 – Uma
colher de sobremesa de água oxigenada 10 vol., usada
para bochechos e mantido na boca por alguns segundos, mata todos os germes ...
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Fatalidade no Shopping RioMar
Reproduzo o depoimento do jovem Bernardo Barbosa, vítima da fatalidade.
Fica o alerta para o shopping e para todos os outros locais
que recebem um grande público.
Bernardo: falta de estrutura no RioMar dificultou socorro ao pai
Pensei bastante antes de publicar isso, não gosto de expor minha vida assim, mas neste caso, senti a necessidade. O último sábado (03.11.12) eu perdi o meu pai, meu grande amigo, está sendo um choque para a nossa família, iremos superar, tenho certeza, mas o que nos deixou indignados foi o fato de como ocorreu isso.
Sábado meu pai foi com a minha mãe e mais duas tias para o shopping RioMar. Chegando lá eles se separaram e combinaram um horário de encontro (19:40), meu pai ficou só e minha mãe com as minhas tias. Antes desse encontro, meu pai estava na loja Le Biscuit, onde passou mal e caiu. Nesse momento tinha uma família, a qual agradeço imensamente, que viu o fato e tentou socorrer. Uma das pessoas era técnica de enfermagem e tentou fazer os primeiros socorros da maneira que podia. Neste momento, outro membro da própria família, solicitou socorro aos funcionários da Le Biscuit, mas além de quererem “abafar” o caso, tentaram tomar o celular do meu pai que estava na mão dele, nesse momento o coração do meu pai ainda batia.
Depois de 20 minutos chegaram os bombeiros, sem nenhum equipamento e sem saber fazer os procedimentos corretos, só depois de mais algum tempo conseguiram um desfibrilador, mas não sabiam exatamente como usar.
Agora vem a parte da triste coincidência, eu estava no térreo do RioMar, próximo a saída, com uns amigos, quando vejo os bombeiros passando com uma pessoa, era o meu pai, até esse momento eu não sabia nem que meu pai estava no shopping, corri acompanhando ele até a saída para levarem até a ambulância, mas que ambulância? O carro do socorro era uma Hilux da segurança do shopping, eu vi o momento em que colocaram o meu pai na caçamba e arrancaram com o carro, detalhe: ele quase cai da caçamba, por sorte alguém segurou a maca quando estava caindo, pararam o carro e seguiram.
Corri até meu carro para ir ao hospital, tentei ligar inúmeras vezes para minha mãe, mas o sinal do celular dentro do shopping é péssimo, meus amigos tiveram que anunciar o nome dela no shopping. Quando eu tento sair do shopping, depois de muita luta contra o engarrafamento, vejo uma ambulância do SAMU tentando sair do RioMar (meu pai não estava lá), mas a ambulância não conseguiu sair porque era mais alta do que o teto da saída do shopping, tiveram que seguir para outra saída mais distante.
Infelizmente quando eu cheguei ao Hospital Português, recebi a triste notícia de que ele havia falecido..
A história poderia ter sido diferente, se tivesse um socorro adequado, digno de um shopping do porte do Rio Mar. Deixo esse fato público não só pensando na minha família, mas em outras milhares que frequentam o RioMar, para que fatalidades como esta não aconteçam outra vez.
Sábado meu pai foi com a minha mãe e mais duas tias para o shopping RioMar. Chegando lá eles se separaram e combinaram um horário de encontro (19:40), meu pai ficou só e minha mãe com as minhas tias. Antes desse encontro, meu pai estava na loja Le Biscuit, onde passou mal e caiu. Nesse momento tinha uma família, a qual agradeço imensamente, que viu o fato e tentou socorrer. Uma das pessoas era técnica de enfermagem e tentou fazer os primeiros socorros da maneira que podia. Neste momento, outro membro da própria família, solicitou socorro aos funcionários da Le Biscuit, mas além de quererem “abafar” o caso, tentaram tomar o celular do meu pai que estava na mão dele, nesse momento o coração do meu pai ainda batia.
Depois de 20 minutos chegaram os bombeiros, sem nenhum equipamento e sem saber fazer os procedimentos corretos, só depois de mais algum tempo conseguiram um desfibrilador, mas não sabiam exatamente como usar.
Agora vem a parte da triste coincidência, eu estava no térreo do RioMar, próximo a saída, com uns amigos, quando vejo os bombeiros passando com uma pessoa, era o meu pai, até esse momento eu não sabia nem que meu pai estava no shopping, corri acompanhando ele até a saída para levarem até a ambulância, mas que ambulância? O carro do socorro era uma Hilux da segurança do shopping, eu vi o momento em que colocaram o meu pai na caçamba e arrancaram com o carro, detalhe: ele quase cai da caçamba, por sorte alguém segurou a maca quando estava caindo, pararam o carro e seguiram.
Corri até meu carro para ir ao hospital, tentei ligar inúmeras vezes para minha mãe, mas o sinal do celular dentro do shopping é péssimo, meus amigos tiveram que anunciar o nome dela no shopping. Quando eu tento sair do shopping, depois de muita luta contra o engarrafamento, vejo uma ambulância do SAMU tentando sair do RioMar (meu pai não estava lá), mas a ambulância não conseguiu sair porque era mais alta do que o teto da saída do shopping, tiveram que seguir para outra saída mais distante.
Infelizmente quando eu cheguei ao Hospital Português, recebi a triste notícia de que ele havia falecido..
A história poderia ter sido diferente, se tivesse um socorro adequado, digno de um shopping do porte do Rio Mar. Deixo esse fato público não só pensando na minha família, mas em outras milhares que frequentam o RioMar, para que fatalidades como esta não aconteçam outra vez.
ALERTA A TODOS OS FORNECEDORES DE DEBENTURES DA VALE A6, INTERVENIENTES, COMPRADORES E VENDEDORES.
CAROS PARCEIROS,
RECEBI SEGURAS INFORMACOES QUE O DEPARTAMENTO JURIDICAO DA VALE NOTIFICOU AO MINISTERIO PUBLICO DE QUE EXISTE UMA QAUDRILHA ORGANIZADA OFERECENDO DEBENTURES DA VALE, CLASSE A6, EM QUANTIDADES IRREALISTAS, FORA DA CUSTODIA DO BRADEISCOS POR PRECOS
VARIADOS COM A ITERVENIENCIA DE PESSOAS INCAUTA E DE BOA FE, PRAATICANDO UM VERDADEIRO ESTELIONATO. TEM OFERTAS DE BILHOES
DE TITULOS, SEM QUALQUER COMPROVACAO.
NA PROXIMA SEMANA A POLICIA FEDERAL VAI SER ACIONADA PARA LEVANTAR TODAS AS OFERTAS DE TITULOS EM QUANTIDADE SUPEIOR A 10.00 UNIDADES E PROCEDER INVESTIGACAO DAS SUAS ORIGENS, AS FRAUDES COMPROVADAS SERAO ENQUADRADAS NA LEI PENAL E OS INTERVENIEENTES,
MESMO OS DE BOA FE, SERAO CHAMADOS A PRESTAR CONTAS.
PORTANTO, CUMPRO O DEVER DE PROFISSIONAL E ESPECIALISTA NESTE TIPO DE TITULO, EM ALEERTAR A TODOS COM ANTECEDENCIA, EMBORA JA VENHA ALERTANDO HA MUITO TEMPO SOBRE ESSA PRATICA DESONESTA.
PELO DEVER CUMPRIDO. REPASSEM ESSA NOTA AOS SEUS CORRETORES.
TFA
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